quinta-feira, 24 de junho de 2010

Copa 2014... Alguém duvidava disso?

E agora, qual a desculpa?


Nada me surpreendeu quando, navegando pela internet, encontrei numa matéria do Estado de S. Paulo, escrita pela Sonia Racy direto de Johanesburgo, a notícia de que a cidade de São Paulo fechou um acordo com as garantias bancárias exigidas pela Fifa e que a entidade inclusive já teria sido informada de que um novo estádio será erguido na cidade de São Paulo.

Realmente nada muda nesse país! Numa semana vêm a público governador do Estado e prefeito da cidade para dizer que a cidade não tem condições de bancar um novo estádio e na outra eles dizem que fecharam um acordo. Gostaria de ver esse acordo, pois me parece um tanto suspeita a atitude de só quererem divulgar essa informação após o término da Copa do Mundo, na África do Sul. Já estão acostumados com a babaquice de que o brasileiro tem memória curta e que tudo vai terminar em pizza... Devem achar que somos todos idiotas!

Não é novidade para ninguém que essa é mais uma manobra para os responsáveis pelo projeto "USAREM" um pouquinho mais de dinheiro público (nosso), já que o novo estádio, o Piritubão, custará cerca de R$ 1.000.000.000,00... quantos zeros...UM BILHÃO DE REAIS! E de que nosso país não tem capacidade para sediar uma Copa do Mundo Fifa.

Me desanima muito ver fatos como esse se repetirem a cada dia, mas somente nós poderemos mudar esse cenário. Portanto, vamos fazer a nossa parte, exigindo nossos direitos, cobrando resultados e agindo de qualquer forma contra essa palhaçada estabelecida pelos nossos representantes.


quarta-feira, 23 de junho de 2010

Falando sobre nosso diploma

O assunto não é recente, mas vale a pena falar sobre.


Pensando na não obrigatoriedade do diploma para exercer a profissão de jornalista, podemos chegar a duas evidentes conclusões: deveria ser necessário (a minha opinião). Não deveria ser necessário (respeito e digo o por quê).

É fácil defender a obrigatoriedade do diploma depois de ter estudado por quatro anos para se formar jornalista sabendo o que se passa dentro de uma universidade, os conceitos técnicos que se aprende em uma graduação e, além dos conhecimentos específicos, o que se aprende sobre ética, teorias etc.

Porém, confesso que pelo menos "30% da minha pequena bagagem jornalística" foi construída em trabalhos praticados, indo a campo e vivendo a rotina de um jornalista. Daí parte o respeito pela não obrigatoriedade do diploma.

Seria muita hipocrisia de minha parte não respeitar e até mesmo não admirar grandes trabalhos de pessoas que trabalham na imprensa que, porém não possuem diploma, como também seria, dar crédito somente a materiais elaborados por diplomados, sabendo que há muito material fabricado e devido à necessidade da rapidez da informação, não checado, o que vai contra um dos principais princípios do jornalismo.

Após fazer uma pequena análise na situação do antes e depois da tal não obrigatoriedade, não pude notar uma grande diferença nos padrões jornalísticos, tampouco no mercado, o que retrata o que estou defendendo neste espaço, ou seja, o jornalista deve ser jornalista não só por formação, há de haver a capacidade pessoal e intuitiva para que exista um bom profissional, dessa forma, nunca faltará espaço para o profissional, nem qualidade nas informações prestadas.

Definitivamente, o que penso sobre essa dualidade, é que o jornalista não é formado somente na universidade, pois nada adianta, se essa pessoa não ir a campo e conhecer a atividade, entretanto, a maior parte do jornalista está lá e isso deve ser valorizado.

Argentinos...

Escola de futebol para argentinos... hahaha


Brasileiros...

Para completar o texto anterior, segue um vídeo bem legal com jogadores brasileiros.






Dunga, estou com você!


Mesmo não convocando alguns jogadores que a maioria dos brasileiros gostariam, o técnico da nossa seleção está certo e eu estou com ele. Logicamente, não estou falando só de futebol, até porque eu também sou um amante do futebol bonito e, na minha opinião, jogadores como Ganso, Neymar e Ronaldinho deveriam disputar ao menos uma vaga para essa copa.

Penso que o Dunga está certo porque é uma pessoa de personalidade, que tem suas convicções e não abaixa a cabeça para ninguém. Aliás, a atual postura da nossa seleção é aquela que sempre pedimos, de jogadores jogando com prazer, raça e ganhando títulos. Isso não tem o dedo dele?

É do conhecimento de qualquer um que acompanha futebol, que o Dunga foi um vencedor como jogador e tem se apresentado um técnico vitorioso, tendo em vista que já ganhou a Copa América em 2007, a Copa das Confederações em 2009 e classificou-se com folga nas eliminatórias para a Copa de 2010.

Ainda vale lembrar que, desde 2006, em 4 jogos disputados contra os argentinos, vencemos 3 e empatamos 1. (Amistoso em 03/09/06 - Brasil 3x0 Argentina; Final da Copa América em 15/07/2007 - Brasil 3 x 0 Argentina; Eliminatórias Fifa em 18/06/2008 - Brasil 0 x 0 Argentina; Eliminatórias Fifa em 05/09/2009 - Argentina 1 x 3 Brasil).

Então está na hora de pararmos de criticar a pessoa mal humorada Dunga, apoiarmos o nosso técnico e principalmente a nossa seleção. Eu também seria mal humorado se tudo o que aconteceu de ruim numa copa, como aconteceu em 90, fosse atribuído a uma pessoa (ele).

Entendo que não se deve generalizar em nada, mas muitas vezes jornalistas que representam empresas acabam pagando o preço e a vida segue assim...

Dunga, apenas para para finalizar, parabéns por manter a hombridade, não se vender e manter sua palavra até o fim!

terça-feira, 22 de junho de 2010

As cartas estão na mesa!

É pessoal, me entreguei... Finalmente montei um blog! Há algum tempo atrás, já havia pensado em fazer algo do tipo, mas nunca tomei a iniciativa, porém num dia de introspecção, desses que temos de vez em quando, numa conversa com amigos, falei: Agora vai!

Primeiramente, pensei em fazer algo sobre determinado assunto específico, mas talvez não fosse tão abrangente como eu desejo que de fato seja. Por isso, optei por falar sobre temas variados, alcançando o que eu procurava naquele dia em que comecei a pensar no que eu poderia fazer... Daí surgiu o nome, “Papo Para Pensar”.

Agora chega de enrolação e vamos ao que interessa.

Este espaço será um ambiente para discussões sobre qualquer assunto em que eu me sinta apto a escrever, mas já aviso que esportes em geral e, principalmente, o futebol pautarão com maior frequência o espaço, além de qualquer coisa que eu achar que vale a pena ser publicado, independentemente sobre o que seja.

Ainda me falta experiência, mas tentarei me dedicar ao máximo para fazer deste espaço, um espaço comum entre nós e que ele seja agradável para todos. Peço que comentem e que dêem opiniões para tornar a leitura dinâmica e também para fazer com que novas discussões possam surgir.

No mais, boa leitura!